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teste do eddy

Um dos mais importantes grupos de pop rock do Brasil, o Kid Abelha foi
formado por jovens estudantes que cursavam a PUC-RJ. O baixista Leoni
cursava Direito, o tecladista e saxofonista George Israel estudava
Engenharia, e o guitarrista Bruno freqüentava às aulas de Historia. Até
então, eles não tocavam juntos, e Leoni tinha uma banda com um amigo
baterista chamado Beni e o guitarrista Pedro Farah.

Foi em uma aula de francês que Paula Toller e Leoni se conheceram. Paula soube que ele tinha uma banda com Beni e Pedro, foi para alguns ensaios e, com o tempo, os dois começaram a namorar. Logo depois, ela passou a cantar no grupo, ainda sem nome. George entrou na banda através de um amigo de Leoni e Bruno só entrou depois que Pedro Farah saiu da banda. Ele passou a ser o novo guitarrista, por indicação do próprio Farah.
Apesar de já ter uma grande lista com prováveis nomes, a banda ainda não tinha definido como se chamaria, mas já havia gravado uma fita demo intitulada “Distração”. Beni se encarregou de levar a fita à radio Fluminense FM, e o responsável pela programação, Luiz Antonio Mello, gostou muito da canção e resolveu tocá-la na mesma hora.
Quase que por acaso o nome “Kid Abelha e os Abóboras Selvagens” foi escolhido, enquanto a música era executada na programação da rádio. O batismo foi inspirado no grupo pop norte-americano Kid Creole And The Coconuts. “Distração” foi bastante tocada na extinta emissora carioca. O conjunto participara também do LP Rock voador, reunindo vários grupos novos. Mesmo com o sucesso batendo às portas, Beni deixa a banda em 1983.
Dois anos depois O Kid Abelha e os Abóboras Selvagens lançava o seu primeiro disco, “Seu Espião”, que trazia, entre outros, os clássicos “Pintura Íntima”, “Fixação” e “Como Eu Quero”. Com esse LP, o conjunto ganhou o primeiro disco de ouro de sua geração.
No ano seguinte, veio o álbum “Educação Sentimental” e o grupo também se apresentou na primeira edição do festival Rock in Rio. Nos anos seguintes a banda colheu os frutos do sucesso lançando diversos álbuns como “Ao Vivo” (1986), “Tomate” (1987), “Kid” (1989), “Tudo é permitido” (1990), “Iê Iê Iê” (1993), “Meio Desligado” (1995).
1996 foi um ano de renovação para o Kid Abelha, com o lançamento de “Meu Mundo Gira em Torno de Você, que trazia a regravação de “Na Rua, Na Chuva, na Fazenda”, e que colocou o Kid Abelha no topo das paradas novamente. O álbum Remix (1997) rendeu ao Kid a marca de 1 milhão de cópias vendidas e 8 apresentações com lotação máxima no ATL Hall, à época a maior casa de espetáculos do Brasil.
Em 1997 o Kid Abelha se apresenta na Espanha, EUA e América Latina, divulgado seu primeiro CD em espanhol, “Kid Abelha”. Gravado em Madri, o álbum é uma seleção de ‘hits’ e conta com a participação especial de Alejandro Sanz, que faz dueto com Paula em “Nada Por Mi”.
A trajetória de sucesso continuou nos anos seguintes com os álbuns “Autolave”, “Coleção”, “Surf”, “Acústico MTV” e “Pega Vida” - trabalho mais recente, lançado em 2005. Entre esse tempo, a banda volta a se apresentar no Rock in Rio, em sua terceira edição.
O LINK DO DEPOSITFILES ESTÁ NO NOME DO CD
ÁLBUNS DISPONÍVEIS
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| Seu Espião Ano de lançamento: 1984 | Educação Sentimental Ano de lançamento: 1985 | Kid Abelha Ao Vivo Ano de lançamento: 1986 |
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| Tomate Ano de lançamento: 1987 | Kid Ano de lançamento: 1989 | Tudo é Permitido Ano de lançamento: 1991 |
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| Iê Iê Iê Ano de lançamento: 1993 | Meio Desligado Ano de lançamento: 1995 | Meu Mundo Gira em Torno de Você Ano de lançamento: 1996 |
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| Remix Ano de lançamento: 1997 | Autolove Ano de lançamento: 1998 | Coleção Ano de lançamento: 2000 |
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Ano de lançamento: 2001
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Ano de lançamento: 2002
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Ano de lançamento: 2005
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Ano de lançamento: 1990. | Ano de lançamento: 1997. |
Marrom, assim é conhecida uma das
maiores sambistas do Brasil. Alcione Nazaré sempre teve a música em sua
vida. Desde criança acompanhava seu pai na banda da Polícia Militar, na
qual ele era maestro. Nascida em São Luís do Maranhão, a cantora viveu
sua juventude no Rio de Janeiro

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Marrom, assim é conhecida uma
das maiores sambistas do Brasil. Alcione Nazaré sempre teve a música em
sua vida. Desde criança acompanhava seu pai na banda da Polícia
Militar, na qual ele era maestro. Nascida em São Luís do Maranhão, a
cantora viveu sua juventude no Rio de Janeiro e iniciou sua carreira
profissional aos 20 anos de idade. Sua primeira aparição em público foi
na antiga TV Excelsior. Em 1972, gravou o seu primeiro compacto e um
ano depois gravou outro, mas nenhum deles deu a Alcione o sucesso
merecido. Nessa época, sua voz e seu trompete já haviam conquistado
produtores internacionais e, sem o reconhecimento do público
brasileiro, Alcione passou dois anos fazendo shows em outros países,
como Portugal e México. No ano de 1975, já de volta ao Brasil, gravou o
seu primeiro LP “A Voz do Samba”, que trazia em uma das faixas a
canção “Não Deixe o Samba Morrer”, que alavancou a carreira nacional da
sambista. A partir daí, Alcione não parou mais. Sua discografia conta
com o LP “Morte de Um Poeta”, de 1976, “Pra que Chorar?”, de 1977, que
vendeu mais de 400 mil cópias e “Alerta Geral”, de 1978, com a música
“Sufoco”, que lhe rendeu @ < PB com o mesmo nome, na Rede
Globo. Com a média de um LP gravado por ano, Alcione alcançou o patamar
de Estrela da MPB Brasileira. Lançou “Gostoso Veneno” em 1979, “E Vamos
à Luta” em 1980 e “Alcione” em 1981, sempre colocando músicas nas
paradas de sucesso. Sua primeira coletânea foi gravada em 1982, quando
Marrom comemorou seus 10 anos de carreira. No mesmo ano, a maranhense
mudou de gravadora e lançou “Vamos Arrepiar”, um de seus melhores
discos, segundo a crítica. Seu sucesso aumentou em 1983, quando gravou,
pela primeira vez, uma balada romântica, “Qualquer Dia Desses”, de
Reginaldo Bessa e que fazia parte do seu 10º trabalho, “Almas e
Corações”. O disco “Da Cor do Brasil” trouxe novidades à carreira da
cantora. Mangueirense de coração, ela fez uma homenagem à Escola na
música “Mangueira Estação Primeira” e decidiu gravar, a cada LP, uma
canção de cada escola de samba do Rio de Janeiro, projeto idealizado
por Clara Nunes, de quem Alcione era amiga. Esse trabalho contou ainda
com a participação de Maria Bethânia e a primeira gravação de um forró
feito pela intérprete. Em 1985, lançou seu 12º LP, “Fogo da Vida”, e na
seqüência, “Fruto e Raiz” (1986), o maior sucesso de sua carreira e que
alcançou a marca de 700 mil cópias vendidas, rendendo o disco de
platina duplo com o ‘hit’ “Garoto Maroto”. “Nosso Nome: Resistência”,
lançado em 1987, não decepcionou os fãs. A canção “Estranha Loucura” e a
regravação da música “Autonomia”, de Cartola, mantiveram a qualidade
dos trabalhos anteriores. Sinônimo de sucesso, Alcione lançou, em 1988,
“Ouro Cobre”, em 1989, a coletânea “Simplesmente Marrom” e logo depois,
1990, mais um disco de músicas inéditas, chamado “Emoções Reais”. 1991
foi um ano de trabalho intenso por países da Europa e da África. Na
volta, lançou “Promessa” (1992) e no ano seguinte, “Pulsa Coração”, que
vendeu mais de 100 mil discos e contou com um dueto da Marrom com
Emílio Santiago na canção “Amor de Corpo e Alma”. Em 1994, lançou
“Brasil de Oliveira da Silva do Samba” e em 1995, no disco “Profissão
Cantora”, homenageou a própria profissão e re-gravou sucessos como
“Falsa Consideração” e “Explode Coração”. O disco seguinte foi inspirado
na cultura maranhense, “Tempo de Guarnicê”, de 1996, que trouxe ainda a
primeira gravação em inglês feita por Alcione, “Overjoyed”, de Stevie
Wonder. No disco “Valeu”, de 1997, Alcione re-gravou músicas dos grupos
de pagode lançados por ela e que na época faziam sucesso, como Só Pra
Contrariar e Art Popular. Para comemorar os 25 anos de carreira, Marrom
lançou em 1998 o disco “Celebração”, que reuniu seus antigos sucessos
em duetos, como “Não Deixe o Samba Morrer” com Cássia Eller, “Estranha
Loucura” com Alexandre Pires e ”Linda Flor” com Maria Bethânia. Em
1999, a intérprete realizou um sonho com o CD “Claridade”, no qual ela
fez uma homenagem à Clara Nunes, cantando seus maiores sucessos. Nos
anos seguintes, lançou os trabalhos “Nos Bares da Vida” (2000) - seu
primeiro CD ao vivo - e “A Paixão tem Memória” (2001). O lançamento do
CD “Alcione ao Vivo”, em 2002, marcou os 30 anos de carreira da Marrom,
reuniu seus principais sucessos e rendeu o disco de platina. Em 2003,
devido ao sucesso do primeiro “ao vivo”, a cantora lançou “Alcione ao
Vivo II”, que trouxe as participações de Jamelão, do grupo de dança
“Tambor de Crioula” e de Maria Bethânia. Além disso, o CD gravado no
Rio de Janeiro também foi lançado em DVD, o primeiro de sua trajetória
vitoriosa. Em 2004, Alcione lançou o CD “Faz Uma Loucura por Mim”, um
trabalho recheado com músicas inéditas, de compositores consagrados
como Michael Sullivan e de novos talentos como Vander Lee. Um ano
depois, a cantora estava de volta ao mercado com o disco “Uma Nova
Paixão”, que faz um passeio musical com romantismo, samba e partido
alto.
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DISCOGRAFIA
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Brasileirão 2014
Tabela gerada por Central Brasileirão







